Quinta-feira, 13 de Março de 2008

Menino de sua mãe

Os olhos gaiatos traquinas
revelando a alegria
transparentes e puros
O sorriso tão desperto
tão intenso e tão límpido
As mãos sempre abertas
ao abraço terno e seguro...

Menino de sua mãe

Corre pelas praias, pelos campos
Brinca a bola, á apanhada,
dá sonora gargalhada

Menino de sua Mãe

Até que...
Nããoo
Vem o DEMO e o devora
Desaparece na sombra
sorve-lhe a alma como vampiro
sem deixar sinal nem rosto
Deixa tudo mergulhado no vazio
Nããoo
Meu grito irrompe e rasga a vida:
Aonde estão os meninos???
Que já não são nossos,
Já não são
Meninos de sua mãe


(malditos sejam
eles sabem o que fazem!)

hoje estou....: impotente
publicado por adnirolfpa às 22:16
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|
1 comentário:
De poetaporkedeusker a 16 de Março de 2008 às 02:08
Pois é minha amiga. Os meninos partem mesmo. Os que sabem o que fazem e os que o não sabem mesmo... mas continuam dentro de nós enquanto meninos. Meninos cristalizados pela nossa memória...
Um abraço.

diz lá...

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